Algumas variações sobre o mesmo tema para responder ao desafio do Pedro no OlhodeBloga - «déjà vu».
Tirei as fotografias na Trafaria, em 2008, e andei a "variar", ou a "avariar", no picnik.
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Déjá vu ici, mais propriamente aqui.
Se não é o mesmo sítio, parece.
O Alyne diz no post dele que se come bem. Se as fotografias forem do mesmo sítio, come-se bem, sim senhor :o)


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terça-feira, maio 19, 2009
sábado, novembro 15, 2008
geometrias no Tejo num dia de nevoeiro
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Luísa R.
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Etiquetas: Fotografia, Lisboa, Rio Tejo
domingo, junho 03, 2007
«Carta a Mário de Sá-Carneiro
(...) Estou num daqueles dias em que nunca tive futuro. Há só um presente imóvel com um muro de angústia em torno. A margem de lá do rio nunca, enquanto é a de lá, é a de cá (...)»
in Livro do Desassossego por Bernardo Soares, Lisboa, Edit. Ática, 1982, p. XLIII
(Luísa R., 2006, máq. fotog. de telemóvel)
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Luísa R.
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Etiquetas: Fotografia, Lisboa, Nocturno, Rio Tejo
sábado, outubro 14, 2006

acrílico s/ tela, 2005, 100x150cm (céu #3)
(No Tejo)
«O Tejo ao fundo é um lago azul, e os montes da Outra Banda são de uma Suissa achatada. Sahe um navio pequeno - vapor de carga preto - dos lados do Poço do Bispo para a barra que não vejo. Que os Deuses todos me conservem, até à hora em que cesse este meu aspecto de mim, a noção clara e solar da realidade externa, o instincto da inimportancia, o conforto de ser pequeno e de poder pensar em ser feliz.»
in Livro do Desassossego por Bernardo Soares, Lisboa, Edit. Ática, 1982, p. 36
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Luísa R.
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Etiquetas: Acrílico s/ tela, Céu, Pintura, Rio Tejo
quarta-feira, outubro 11, 2006

acrílico s/ tela, 2006, 70x100cm
No Rio Tejo
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Luísa R.
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Etiquetas: Acrílico s/ tela, Céu, Pintura, Rio Tejo



