Mostrar mensagens com a etiqueta Rio Tejo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rio Tejo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, maio 19, 2009

Algumas variações sobre o mesmo tema para responder ao desafio do Pedro no OlhodeBloga - «déjà vu».
Tirei as fotografias na Trafaria, em 2008, e andei a "variar", ou a "avariar", no picnik.
___

Déjá vu ici, mais propriamente aqui.
Se não é o mesmo sítio, parece.
O Alyne diz no post dele que se come bem. Se as fotografias forem do mesmo sítio, come-se bem, sim senhor :o)










___

sábado, novembro 15, 2008

tejo

geometrias no Tejo num dia de nevoeiro

___

domingo, junho 03, 2007




«Carta a Mário de Sá-Carneiro

(...) Estou num daqueles dias em que nunca tive futuro. Há só um presente imóvel com um muro de angústia em torno. A margem de lá do rio nunca, enquanto é a de lá, é a de cá (...)»

in Livro do Desassossego por Bernardo Soares, Lisboa, Edit. Ática, 1982, p. XLIII


(Luísa R., 2006, máq. fotog. de telemóvel)

___

sábado, outubro 14, 2006


acrílico s/ tela, 2005, 100x150cm (céu #3)

(No Tejo)

«O Tejo ao fundo é um lago azul, e os montes da Outra Banda são de uma Suissa achatada. Sahe um navio pequeno - vapor de carga preto - dos lados do Poço do Bispo para a barra que não vejo. Que os Deuses todos me conservem, até à hora em que cesse este meu aspecto de mim, a noção clara e solar da realidade externa, o instincto da inimportancia, o conforto de ser pequeno e de poder pensar em ser feliz.»

in Livro do Desassossego por Bernardo Soares, Lisboa, Edit. Ática, 1982, p. 36

___

quarta-feira, outubro 11, 2006


acrílico s/ tela, 2006, 70x100cm

No Rio Tejo

___